Textos

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 BUSCA A SIMPLICIDADE

Quando estás impaciente, estás tentando assumir o controle. Controlar não é o mesmo que liderar. Os líderes lideram por inspiração. Mandar nas pessoas é como mudar o quadro de um artista. É como ir a um museu com um pincel e uma caixa de tintas e mudar o quadro que preferes que seja de outro jeito. Queres torná-lo diferente do que ele é. Queres mudar a percepção do artista de modo que ela fique igual à tua. Pinta os teus próprios quadros. Faze-os do jeito que queres. Poderás descobrir que tu também és deficiente, na tua visão. Por que é tão importante que as coisas sejam do jeito que gostas?

Quando és impaciente, assumes muitas coisas. Quando tentas controlar, tentas assumir a direção. Quando tentas controlar, estás mostrando o teu desprazer. Colhe o prazer em vez disto!

Aprende a aceitação, amado. Isto não significa ser passivo. Só significa não tentar governar. Bem, governa a ti mesmo, querido – se precisares – mas não os outros.

Tu não estás a cargo do universo. Com certeza tu o influencias. O universo é um produto do pensamento de todos vós, mas, ainda assim, não é para seres impaciente com ele. Quando tocas na orquestra, tu tocas na orquestra. Não te levantas, empurras o maestro da tua frente, e agitas a batuta. Tu não farias isto. Seria impertinente demais. No entanto queres bater no universo e em tudo ao teu redor até que fiquem em ordem. Queres censurar as palavras que vêm da boca dos teus amigos. Queres supervisionar tudo que está ao teu alcance. Quem te nomeou supervisor do mundo?

Não supervisiones nem sequer a ti próprio, querido, pois se o fizeres, tu mesmo serás aquele que te aborrece. Supervisionar, fazer suposições, e todos os outros hábitos de encontrar defeitos não são o mesmo que viver a vida. Viver a vida é algo espontâneo. Encontrar defeitos requer uma longa prática. Por que não começas agora a viver a vida como um novato? Tu realmente não és um especialista em vida. Ninguém é. Tu concordas que ninguém sabe tudo. Então, por que às vezes pensas que sabes? Quem te nomeou? Quem te falou para te incomodares com a vida de todo mundo? Quem te proclamou especialista em pelo menos uma coisa? Muito menos em tudo!

Tenta ficar em segundo plano. Tu não és motorista de todos os carros. Encaremos os fatos, querido, tu és o passageiro na vida. Algumas vezes podes ser o motorista do ônibus. A maior parte das vezes, tu simplesmente estás lá para viajar. Esta viagem em que estás é a viagem da tua vida. Tu não tiras a comida do prato de outra pessoa. Tu não dás de comer a ninguém em tuas mãos. É preciso deixar que cada um faça suas coisas por conta própria. Abandona o teu auto-eleito posto de diretor. Abandona a interferência. Controle é isto – interferência. Não é para interferires na vida de ninguém. Podes pensar que estás assumindo responsabilidade, mas tua responsabilidade é te desapegares. Amado, não podes colocar teu dedo em todas as tortas.

Quando estiveres impaciente, quando sentires que precisas assumir, toma uma inspiração profunda em vez disto. A tensão te torna arrogante. Abandona a tua tensão e serás mais tratável na vida.

Busca a simplicidade em vez do controle. Busca a tranqüilidade em vez da impaciência. Escolhe os serventes que melhor te servem. Põe o controle e a impaciência porta afora. Eles têm sido uma grande restrição para ti. Eles têm bloqueado o teu caminho. Tu ficaste preso neles e assim te confundiste.

Não precisas do controle, e não o tens. Sejamos realistas, querido. Pensastes que eras uma pessoa muito prática, no entanto a necessidade de controle e a impaciência que o acompanham não são nada práticos. Eles ainda não funcionaram, não é? 

Fonte e imagem: Mensagem  canalizada por Gloria Wendroff,
HEAVEN # 2678 – 25 de março de 2008 – recebida de Vera Padilha

Postado por B.Bassan em 04.03.2008

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Irena Sendler

irena sendler

Os livros oficiais sobre ela foram apagados e ela jamais contou o que fez durante os horríveis anos…

Em 1999 sua história começou a ser conhecida, graças a um grupo de alunos do Instituto de Kansas em seus trabalhos finais sobre os Heróis do holocausto.

Em suas investigações conseguiram muito pouco referente à Irena, mas um dado surpreendeu a todos:

– Havia salvado a vida de 2.500 crianças!

Como é possível que apenas tivesse só essa informação?!?

A grande surpresa chegou quando foram em busca do túmulo de Irena e descobriram que não havia túmulo porque ELA AINDA VIVIA!!

Hoje, com 97 anos vive em Varsóvia Irena Sendler e em seus aposentos jamais lhe faltaram flores e recados de agradecimentos vindas do mundo inteiro.

Quando a Alemanha invadiu o país em 1933, Irena era enfermeira do Departamento do Bem-Estar social de Varsóvia.

Em 1942 os nazistas criaram o Gueto…

Irena, horrorizada com as condições em que se vivia ali, se uniu ao Conselho para ajuda aos judeus.

Conseguiu identificação da Oficina Sanitárias cuja tarefa era a luta contra as enfermidades contagiosas.

Como os alemães invasores tinham medo de uma possível epidemia de tifo, permitiam que controlassem o recinto.

Entrou logo em contato com os familiares e ofereceu levar suas crianças para fora do gueto, mas não podia dar garantia de êxito…

Era um momento bárbaro!! Devia convencer os pais de lhe entregarem seus filhos e eles perguntavam:

Pode prometer-me que meu filho viverá?

Como prometer se sequer sabia se sairia do gueto!

A única certeza é que as crianças morreriam se permanecessem ali!

Aos poucos foi levando algumas e quando retornavam para buscar outras, muitas já tinham seguido com seus pais para a morte.

Teve pressa!

Começou a recrutar por mes, uma pessoa em cada um dos dez Centros do Departamento do Bem-estar Social.

Com ajuda, elaborou centros de documentos falsos, com firmas falsificadas, dando identidade temporária às crianças.

Irena vivia os tempos de guerra pensando nos tempos de Paz.

Por isso não bastava somente manter as crianças vivas, queria que um dia pudessem recuperar seus verdadeiros nomes, suas identidades, suas histórias pessoais, suas famílias.

Então fez um arquivo em que registrava os nomes das crianças e suas novas identidades.

Anotava os dados e os guardava dentro de potes de conserva e enterrava no jardim de seu vizinho.

Ali guardou sem nada suspeitarem, o passado de 2.500 crianças judias.

Infelizmente, no dia  20 de outubro de 1943 Irena Sendler foi detida pela Gestapo e levada para a prisão de Pawiak onde foi brutalmente torturada…

Nada disse!

Torturam seus pés, suas pernas, mas não alcançaram sua vontade!

Quando foi sentenciada de morte, o soldado que a levava, deixou que escapasse.

Ela, então, começou a trabalhar com identidade falsa.

Quando terminou a guerra, ela mesma desenterrou os potes e tentou juntar filhos a seus pais, mas muitos tinham morrido nos campos de concentração.

As crianças a conheciam pelo seu nome chave: Jolanta.

Depois de descoberta sua história muitos e muitos judeus a procuraram para dizer-lhe:

“Recordo-me de teu rosto, sou um dos meninos, te devo minha vida, meu futuro e queria te ver.”

Seu pai que era médico e morreu de tifo quando ainda era pequenina, deixou o seguinte legado:

“Ajuda sempre quem está precisando sem ver religião ou nacionalidade. Ajudar cada dia alguém, salga o coração.”
Irena não se sente uma heroína.

Sempre que lhe perguntam ela diz:

“Poderia fazer muito mais e este lamento me seguirá até o dia que eu morrer”.

 Traduzido por RivkahCohen  

 Fonte: A ERA DO ESPÍRITO 

http://aeradoespirito.sites.uol.com.br/ 

Postado em 21 de fevereiro de 2008


 

Cloreto de Magnésio

Quem sofre de bico de papagaio, nervo ciático, coluna e calcificação podem se curar de forma perfeita, indolor, fácil e barata. E tem, ao mesmo tempo, a cura de todas as doenças causadas pela carência de cloreto de magnésio no passado, até a artrose.
Minha cura: Iniciei minha cura aos 61 anos. Dez anos antes, eu estava quase paralítico, sentia pontadas agudas na região lombar – um bico de papagaio incurável, segundo o médico. Mas reparei ser reumatismo, que curei com Ketacil, esquecendo-me, então, do bico de papagaio que antes já provocava um peso crescente na barriga da perna direita. Após cinco anos, o peso virou dor e, apesar de todos os tratamentos, só aumentava. Dois anos depois atinei com a causa: mal me levantava da cama um formigamento descia pela perna até os pés. Ao abaixar-me, o formigamento cessava; erguia-me ele voltava. Repeti as duas posições. Deduzi que só poderia ser aquele bico de papagaio, que apertava o nervo ciático na terceira vértebra, quando em pé; curvando-me, lhe dava folga. Fiz então meus trabalhos, o mais possível sentado. Havia anos que fazia tudo sentado, menos a missa, o que era um tormento. E adiava a viagem à ilha de Marajó, onde devia completar a rede de rádio-telefonia de 48 estações em 6 Estados. Após seis meses, viajei, esperando melhorar naquele eterno verão.
Mas piorou de vez. Rezava a missa sentado e sentado orientava meus ajudantes a montar os mastros e esticar as antenas por cima dos telhados. Sem tardar, voltei a Florianópolis com novas radiografias e procurei um especialista. Agora já era um bando de bicos de papagaios, calcificados, duros em grau avançado. Nada se poderia fazer. As dez aplicações de ondas curtas e distensões da coluna não detiveram a dor, a ponto de nem mais deitado eu poder dormir. Ficava sentado, até quase cair da cadeira, de tanto sono. Foi quando atinei que podia dormir enrolado ou sentado para fugir da dor. E então? Assim, desenganado, apelei ao bom Deus. “Estás vendo a tua criatura”?
Não lhe custava dar um jeitinho…
Providencialmente, fui ao Encontro dos Jesuítas Cientistas, em Porto Alegre, e o Padre Suarez me disse ser fácil à cura com cloreto de magnésio, mostrando-me o pequeno livro do Padre Puig, jesuíta espanhol que descobriu o uso do cloreto de magnésio: sua mão era dura de tão calcificada, mas, com este sal, ficou móvel como a de uma menina; o mesmo aconteceu com parentes seu. E brincando, ele disse: “Com este sal só se morre dando um tiro na cabeça ou por acidente”. Em Florianópolis, logo comecei a tomar uma dose pela manhã e uma à noite; mesmo assim continuei dormindo encolhido até o 20º dia; naquela manhã, porém, acordei estirado na casa, sem dor. Mas caminhar ainda era um sofrimento. Depois de 30 dias, eu me levantei sentindo-me estranho: “Será que estou sonhando? Nada mais me doía! Dei até uma voltinha pela cidade, sentindo, contudo, o peso de 10 anos antes. Aos 40 dias caminhei o dia inteiro sentindo menos peso; três meses depois minha flexibilidade aumentava. Dez meses já se passaram e me dobro quase como uma cobra”.
Outros efeitos: O cloreto de magnésio arranca o cálcio dos lugares indevidos e o fixa solidamente nos ossos. Ainda mais: minha pulsação que sempre estava abaixo de 40 – eu já pensava em marca passo – normalizou-se. O sistema nervoso ficou motorialmente calmo, ganhei maior lucidez, meu sangue estava descalcificado e fluido. As freqüentes pontadas do fígado desapareceram. A próstata, que eu deveria operar assim que tivesse uma folga nos trabalhos, já não me incomoda muito. Houve ainda outros efeitos, a ponto de várias pessoas me perguntarem: “O que está acontecendo com você?” Está mais jovem!
“É isso mesmo”. Voltou-me a alegria de viver. Por isso, me vejo na obrigação de repartir o “jeitinho” que o bom Deus me deu. Centenas se curaram em Santa Catarina depois de anos de sofrimento com males da coluna, artrose etc.
Importância do cloreto de magnésio: O cloreto de magnésio produz o equilíbrio mineral, anima os órgãos em suas funções (catalisadoras), como os rins, para eliminar o ácido úrico nas artroses; descalcifica até as finas membranas nas articulações e as escleroses calcificadas, evitando enfartes; purificando o sangue vitaliza o cérebro, desenvolve ou conserva a juventude até alta idade. O cloreto de magnésio é, de todos os sais, o menos dispensável, como o professor na aula.
Uso: após os 40 anos, o organismo absorve sempre menos cloreto de magnésio, produzindo velhice e doenças. Por isso deve ser tomado conforme a idade: dos 20 anos aos 55 anos 1/2 dose, ou seja, meio cálice; dos 55 anos aos 70 anos, uma dose (um cálice), dos 70 anos aos 100, uma dose pela manhã e 1 dose à noite.
Atenção: Para quem vive na cidade e ingere alimentos de baixa qualidade (refinados e enlatados) recomenda-se uma dose um pouco maior, e para pessoas do campo um pouco menos. O cloreto de magnésio não cria hábito, mas ao deixá-lo perde-se a proteção. Com o uso do cloreto de magnésio há tendência à eliminação das doenças e uma diminuição significativa do desgaste natural.
Só não se deixe levar pelo comodismo, até que uma doença se instale; porque viver com dores e mal estar se é possível gozar de uma saúde radiante?
O cloreto de magnésio não é remédio, mas alimento. E não tem contra-indicação. É compatível com qualquer medicamento simultâneo. O adulto precisaria obter dos alimentos o equivalente a três doses; se não conseguir, pode aumentar um pouco a dose diária para não adoecer; dificilmente se ultrapassa o limite, pois as doses indicadas para pessoas de 40 a 100 anos são mínimas.
O cloreto de magnésio põe em ordem todo o corpo e é indicado para homens e mulheres. No caso das mulheres ele ajuda a prevenir osteoporose.
Recomendações: Quem sofre de bico de papagaio, obesidade, nervo ciático, coluna, arteriosclerose, rins, calcificação, surdez por calcificação, deve iniciar o tratamento com uma dose pela manhã, uma dose à tarde, uma dose à noite.
Quando curado, deve-se tomar o cloreto de magnésio como preventivo, isto é, conforme a idade.
Artrose: O ácido úrico se deposita nas articulações do corpo, em particular nos dedos, que até incham. Isso resulta de uma falha no funcionamento dos rins, justamente por falta do cloreto de magnésio. Tenha cautela: se um rim talvez já esteja se deteriorando, tome apenas uma dose pela manhã. Se em 20 dias não sentir melhoras e não cessar a anormalidade, tome uma dose pela manhã e uma dose à noite. Depois de curado, continue com as doses normais, como preventivo.
Próstata: aqui vou citar um exemplo. Um homem muito idoso já não conseguia urinar. Algum tempo antes da operação, lhe deram cloreto de magnésio como preparação, e ele começou a melhorar. Depois de uma semana sentia-se bem, e a operação foi cancelada. Há casos em que a próstata regride, às vezes, ao normal, tomando-se 2 doses pela manhã, duas doses à tarde, duas doses à noite. Ao melhorar, tome a dose preventiva.
Outros problemas: como reumatismo, rigidez muscular, impotência sexual, câimbras, tremores, frigidez, artérias duras, falta de atividade cerebral, sistema nervoso: uma dose pela manhã, uma dose à tarde, uma dose à noite. Sentindo-se melhor, passar para a dose preventiva.
Preparo: como preparar e usar a solução de cloreto de magnésio: dissolver 33 gramas de cloreto de magnésio (essa dosagem já está à venda, em farmácias – em 2004 custava 1,20) em 1 litro de água filtrada (melhor fervida). Depois de bem misturado, colocar em vasilhames de vidro (não de plástico) e guardar na geladeira. A dose é um cálice de licor segundo a idade: dos 20 anos aos 55 anos 1/2 dose, ou seja, meio cálice; dos 55 anos, aos 70 anos, uma dose (um cálice), dos 70 anos aos 100, uma dose pela manhã e 1 dose à noite.
Onde encontrar: em farmácias de produtos naturais ou mesmo nas alopáticas.
*J. Shorr é padre, Professor de Física, Química e Biologia do Colégio Catarinense / Sta. Catarina.

 Postado por Beki Bassan em 05 de Fevereiro de 2008.

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O sofrimento suportável

Roberto Shinyashiki
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 Por que as pessoas evitam o tudo ou nada e acabam convivendo com situações insatisfatórias pela vida afora?
     Todos nós temos uma tendência bastante natural: fazemos o que nos dá prazer e evitamos o que nos provoca sofrimento.
     Para entender o que leva alguém a manter relacionamentos, profissões, empregos e circunstâncias profundamente insatisfatórios, precisamos analisar a forma como as pessoas definem o sofrimento. A percepção do que é sofrimento vai determinar as escolhas e, portanto, os comportamentos. As pessoas somente mudarão quanto a dor de não estar vivendo for maior do que o medo da mudança.
     Na verdade, decidimos manter uma situação desagradável porque tememos sofrimentos desconhecidos ou maiores do que aqueles que vivemos – ainda que persistam por menos tempo.
     Se você compreende que sofrer é a perspectiva de não se sair bem no próximo emprego ou relacionamento, poderá se sujeitar a um chefe que o humilhe diariamente ou a uma relação sem amor.
     Se seu filho compreende que sofrer é ficar sem dinheiro, vai sujeitar-se a viver eternamente dependente dos pais.
     Se uma viúva imaginar que sofrer é ir a um jantar e não ter com quem conversar, aceitará viver sem sair de casa pelo resto da vida.
     Isso nos leva a pensar que, na maior parte das vezes, as pessoas não percebem que fazem escolhas que provocam diariamente mais e mais sofrimento.
     Essa percepção distorcida faz a gente optar por relacionamentos, profissões, empregos e circunstâncias que não nos realizam como seres humanos – e começamos a distorcer nossas escolhas.
     É por causa disso que muita gente, sem ao menos saber, prefere permanecer vivendo com um sofrimento conhecido a tomar uma decisão que leve a um sofrimento desconhecido.
     Outras pessoas, também sem se dar conta, preferem conviver com um sofrimento suportável a se arriscar por um caminho em que, de repente, venham a sofrer ainda mais.
     É o caso daquele casal de namorados que briga diariamente, mas não termina porque nenhum dos dois quer viver o sofrimento da separação. Muitas vezes ficam se torturando durante anos porque não têm coragem de enfrentar a dor momentânea de um rompimento.
     São as mulheres que não falam das frustrações sexuais com seu companheiro por medo de desencadear uma crise conjugal. Elas não tomam uma decisão que possa melhorar sua vida porque têm medo de provocar mais problemas.
     Infelizmente muitas pessoas vão envelhecer sem perceber que estão colecionando frustrações e sofrimentos, quando na verdade têm muitas opções de mudança.
     Está na hora de as pessoas pararem de usar óculos cor-de-rosa e fazerem promessas vazias a si próprias! Elas precisam acreditar que a vida pode ser muito melhor do que é agora!
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Crédito de imagem:

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Postado por Beki Bassan em 04 de Fevereiro de 2008.

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A vida retribui e transfere

Roberto Crema
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     Quando eu falo em espiritualidade, não estou me referindo a nenhuma igreja, a nenhuma religião particular… embora respeite todas. Refiro-me à espiritualidade como fazia  Einstein, apontando para uma vivência cósmica… ou ainda Fritjof Capra, que denominou seu último livro de… “Pertencendo ao Universo” . Espiritualidade é uma consciência não-dual,  uma consciência de  participação da parte no Todo… que na essência é o amor e que na prática é a solidariedade. Uma pessoa que despertou para essa dimensão espiritual é uma pessoa que não se vê separada do OUTRO, da Comunidade e do Universo. Eu pergunto: em sã consciência você colocaria fogo no seu corpo? Se você se sente não-separado do outro, você jogaria fogo em alguém que está dormindo num banco? E se você se sente não-separado da natureza, você iria empesteá-la, destruir ecossistemas por uma neurose de… Sem sombra de dúvida. Nestes últimos séculos temos investido de forma unilateral no mundo da matériae os frutos são notáveis sintetizados na tecnociência maravilhosa que dispomos. A grande tragédia, entretanto, é que não houve praticamente nenhum investimento significativo no mundo da subjetividade da alma, da ética, da consciência, da essência. O resultado encontra-se nos noticiários tristes e apocalípticos de cada dia. Escaladas de violência, guerras infindáveis. A exclusão desumana de uma  maioria que morre de fome, extinção em massa de espécies. Rota da colisão do ser humano com a natureza e todo tipo de aplicações tecnológicas irresponsáveis. Viabilizar a perpetuação com qualidade e dignidadede nossa espécie. Antigas e esquecidas lições “De que serve o mundo inteiro se você perdeu a sua alma”? Se você se perdeu de si mesmo? Se você esqueceu do Ser que lhe faz ser? Felizmente crise é também oportunidade de crescer e evoluir. Gosto de confiar que o ser humano será a maior descoberta do Terceiro milênio. 
“A vida não dá nem empresta; não se comove nem se apieda. Tudo quanto ela faz é Retribuir e transferir. Tudo aquilo que nós lhe oferecemos.”
Albert Einstein

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Crédito de imagem:

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Postado por Beki Bassan em 04 de Fevereiro de 2008.

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 Nossos Desejos Para o Ano

Marcial Salaverry

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     Bem crianças, fim do ano chegou, e  já passou… O ano passou rápido demais. E todos desejando felicidades para este ano que já está caminhando…
     A coisa que mais se falou, e se fala é em desejos… O que se deseja para este  Ano Novo, por exemplo.
Fala-se inicialmente, em Paz, Prosperidade, Saúde, e em tudo aquilo de bom que nos poderá acontecer… Claro que em nossos desejos, sempre sobra alguma coisa para os outros, principalmente para nossos amigos, e não apenas para eles, pois desejamos tudo de bom para todos. Sempre com as melhores intenções.
     Será que é só no fim do ano que esses desejos são válidos? Será que não sobra um pouquinho de desejos para o resto do ano? Penso que sempre poderemos desejar o bem para todos, estejam próximos ou longe, esteja o mes que estiver.
     Fala-se muito em desejos, mas na verdade, o que são desejos? Como e por que surgem?
     Normalmente os desejos nascem puros, só se deseja coisas boas, tais como felicidade, saúde, riqueza, boa sorte. Não falemos naqueles que desvirtuam os desejos, augurando desgraças.
     Eles nascem num cantinho especial de nosso cérebro, dizem que lá colocado por Deus, por só cuidar de coisas boas… Seriam algo como fontes de luz de nosso interior.
     São os desejos de realização pessoal, aquilo que tanto sonhamos para nosso futuro. Nunca podemos deixar de ter esses sonhos em mente, afinal, vivemos por um objetivo. Se não o tivermos, é chegada a hora de deitar e esperar a morte chegar.
     Os desejos normalmente alimentam a alma das pessoas, e são a somatória de três fatores determinantes de
sua realização , que são exatamente a vontade de se conseguir chegar àquele objetivo, a possibilidade de lá chegarmos, e, principalmente a real vontade, a real decisão de que estivermos imbuídos para o realizarmos.
     Contudo, precisamos encarar esses desejos com cautela, pois não é muito aconselhável nos entregarmos cegamente a um sonho, pois poderá virar pesadelo. Seria como o combustível para vida, e, assim sendo, se houver um vazamento, tudo poderá se incendiar…
     Portanto, vamos com cuidado, sempre pensando nas reais possibilidades, dando um passo de cada vez…
     Num plano divino, tudo será possível, mas temos que pensar em termos humanos, portanto, contando com a falibilidade humana. Temos sempre que contar com o imponderável.
     Não devemos então sonhar? Controlar nossos desejos? Claro que deveremos fazê-lo, mas sempre mantendo os pés no chão.
     Por vezes, deixamo-nos dominar de tal maneira por algo que muito anelamos, que saímos fora da realidade, e nem sempre vemos os obstáculos que surgem, e tentamos superá-los de qualquer maneira, sem medir esforços, nem sacrifícios… É o combustível em questão, e temos que ter cuidade, pois se houver um vazamento, o incêndio poderá ser catastrófico, jogando tudo por terra de vez.
     Cuidado, portanto nesse caso de realizações pessoais,  vamos continuar desejando realizar nossos sonhos pessoais, vamos continuar augurando tudo de bom para os que nos cercam, e para o mundo todo, aliás.
Bons desejos, sempre serão indicativo de um bom caráter. Uma pessoa de maus sentimentos, não desejará nada de bom para ninguém. Uma tentativa de prejudicar outras pessoas, sempre será indicativo de maldade no coração.
     Quem leva a paz dentro de si, apenas quer que a felicidade se espalhe por todos. Quem está feliz, sabe o quanto é bom sê-lo, e apenas pode querer que todos o sejam.
     Portanto ao receber votos de um Feliz Natal, de um Feliz Ano Novo, ou simplesmente de um Bom Dia, sorria com prazer, pois quem estiver lhe dizendo isso, certamente, lhe quer bem, ou pelo menos, não lhe quer mal, pois lhe deseja felicidades.
     É exatamente por isso que, neste exato momento, lhes desejo UM LINDO DIA.
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     Desejos bem planejados,
     São desejos realizados…
     Planejemo-los, pois…
>>>
Respeite os Direitos Autorais.
www.prosaepoesia.com.br
www.nossosduetos.maricibross.com  

Postado por Beki Bassan em o2 de Fevereiro de 2008.

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Doçura

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Doçura é a maestria dos sentidos.
Olhos que vêem o fundo das coisas…
Ouvidos que escutamos, coração das coisas…
Boca que fala a essência das coisas…
Doçura é o resultado de uma longa jornada interior ao âmago da vida e a habilidade de lá descansar e assistir.
O que é realmente doce nunca pode ser vítima do tempo…
Porque doçura é a qualidade da pessoa cuja vida tocou a eternidade.
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Brahma Kumaris

Postado por Beki Bassan em 31 de Janeiro de 2008.

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VIDA
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“Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis”.
Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger, já dei risada quando não podia, já fiz amigos eternos, já amei e fui amado, mas também já fui rejeitado, já fui amado e não soube amar. Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas, mas “quebrei a cara” muitas vezes!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos, já liguei só pra escutar uma voz,
já me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade e… tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo)! Mas sobrevivi!
E ainda vivo!
Não passo pela vida… e você também não deveria passar.
Viva!!!
Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence
a quem se atreve e A Vida é  Muito para ser insignificante” 
;
Chaplin

Postado por Beki Bassan em 29 de Janeiro de 2008 – enviado por Juçara.

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FELICIDADE REALISTA

(Mário Quintana)

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     A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor… não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade.
     Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade. Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar É importante pensar-se ao extremo, buscar lá d entro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.
     Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.

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Postado por Beki Bassan em 29 de Janeiro de 2008.

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Responses

  1. Esses textos são belíssimos….Parabéns pela escolha.
    um grande beijo, amiga.


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